
Há uns dias atrás, enquanto passeava pelo mundo dos jogos
eletrônicos, dei de frente com imagens de Castle of Illusion. Daí não
teve jeito. Deu aquela saudade boa, de tempos que ficaram para trás.
Pensando nisso, resolvi fazer um breve flashback para relembrar um
pouco o jogo que fez um sucesso tremendo principalmente em terras
tupiniquis. Nostalgia? A hora é agora!


Castle of IIlusion, estrelado pelo rato mais famoso do mundo, foi um
dos grandes sucessos da SEGA para os consoles Master System e Mega
Drive (no Mega levava o nome de Castle of Illusion: Starring Mickey
Mouse). O título foi um estouro de vendas na década de 1990, agradando
desde crianças até os adolescentes vidrados em games de ação e aventura.

O enredo é quase padrão: Mickey e a sua namorada Minnie viviam
felizes e contentes na cidade de Vera City, até que um dia a bruxa
Mizrabel – que tinha inveja da beleza e simpatia de Minnie - resolveu
sequestrar a pobrezinha e acabar com a alegria do casal. A partir daí
Mickey vai em busca na dura jornada até o “Castelo da Ilusão” para
resgatar sua namorada. Lá ele deverá juntar as sete gemas do arco-íris
para poder chegar até o calabouço da bruxa.
O jogo funciona
como um típico game de plataforma, onde se deve controlar o Mickey
durante as fases que se passam dentro do castelo. Você terá que
enfrentar diversos inimigos, seja pulando na cabeça deles, dando
bundadas (literalmente), ou arremessando maçãs que serão coletadas
durante o caminho. No final de cada fase um chefe deve ser derrotado
para que uma gema seja conquistada. Quando as sete gemas forem
recuperadas o arco-íris será liberado em direção à batalha final com a
Mizrabel.


Durante as fases – e uma das coisas mais
bacanas do game – você entrará em florestas sinistras, fábricas de
brinquedos e doces onde você mergulha (e quase morre) em piscinas de
gelatinas, ou até mesmo cruzar fases por dentro de relógios.
Sem dúvida quem viveu na época que o jogo foi lançado se lembra com
carinho, afinal, com certeza, passou horas em frente ao console
jogando, lutando para passar as fases ou até mesmo – como era dito –
fechar a fita. O jogo é extremamente gostoso de curtir, daquele que
você finaliza, assopra o cartucho e põe de novo pra jogar. Tempos
áureos!
